(Daniel Avelar)
Tenaz menino de ordem marginal
Atuando aos seus desígnios de cargo irreal
De ali a cá em sua sentença de rebelde a rei
Em sã surpresa desnudada da cidade
Se o rumo consentir ao que o tempo descascou
Toda a tinta variada em tenra idade
Guerreiro que relegou a espada a qual o sustentou
Aventureiro que falhou e pôs-se a mendigar
O pitoresco menestrel subitamente se calou
Frente à imagem da amada
Mas em um ato repentino homem-menino se recuperou
Como se fosse sempre assim, criar para não retardar
Artista-menino-bandido-gigante-pequeno
sábado, 19 de julho de 2008
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