Qual via dá direito à incerteza?
Fixa ao que foi certo, de certo cai
Qual plano diz o norte do seu porto?
Quais são os seus amores? Sentes o desgosto
De degustar a saudade liberada
Não há porquê pensar no que é amor ou devaneio
Há um cárcere entre a escolha e o adiamento
Um dia saberá no futuro presente
Do tempo eleito posto a empurrar
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