quarta-feira, 16 de abril de 2008

Um Brado

Eu... eu... eu..
Eu canto alegre
Nas barricadas que um dia o meu próprio tempo cravou
Não há mais nada neste compasso de melancolia soada com ardor
E há mais tudo, e está lá fora,basta esporear esse céu enevoado

E nessa feira tão colhida
Vou te olhar, te abordar... E ao errar
Quero extrair de ti uma lição feminina
Para consistir este tal brado de vida

É saber como seguir sem saber onde seguir

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