domingo, 11 de maio de 2008

O Pescador

Mesclou os contos, Seu Pescador
Sal e água, sonhos
Pesca serena sem ancorar
Vento, horizonte

Hei da cantiga sem malícia
Só a brisa de um som soprar
De pensamento nem tem notícia
Só há preguiça de aproveitar

Ei Pescador - a dor - a dor
Sei que existiu a dor
Mesmo em tempos de estio
Sei que o céu nublou
E coração vingou
Uma morada de fastio
Ei Pescador, eu sei
Que se ilhou na solidão de estadia
Mas que um dia pescou da vida
A lição de só serenar

Um comentário:

Unknown disse...

Ei, ei pescador! Que palavras são estas?
De homem tão simples com pouco saber,
Como advir tão linda seresta???

Só pode ser o mar, a beleza desse lugar
Donde vives e trabalha, ao sol e ao luar!

Só pode ser o amor... da bela moça que deixou,
Tão triste a te esperar, lá na praia o seu regressar!

Só pode ser a paz, que hoje tanto almejamos
Que com pouco empenho procuramos...
Mas você pescador, você sabe:
- A paz está na simples: simplicidade!

(Amei o poema e tomei a liberdade de dar-lhe uma continuação... hehe Espero que goste - Bjus, Paula)